Creio
que se tudo fosse certinho a vida não teria muita graça, qdo nos
desencontramos, muita calma nessa hora, há algo a ser acertado, nas
cicatrizes uma boa pincelada de esquecimento vai bem, salvo aquelas que
são inesquecíveis pq marcaram naquilo que foi bom, proveitoso. Muito
bom e reflexivo seu texto. Abçs!
O Poeta & A Poesia
Voltarei inevitavelmente à poesia, porém, quando a escrevo tenho de estar motivado para tal e quase sempre é quando estou triste que me chega essa motivação. Porque escrevo com os sentimentos à flor da pele, É quando o meu estado de alma quer ter voz como um desabafo ao vento. ..."porque um poeta é alegria, também tristeza em breve momento" _ Hélder Gonçalves
Intensidade dramática
Quando vamos ao concerto e um de nós não gosta da mesma música
apercebemo-nos que não dá, porque, um, está ficando fora do baralho!
A vida é feita de encontros e desencontros:
- todos eles vão deixando algumas cicatrizes,mas farão parte da
nossa caminhada pela estrada da vida.
Ficarão, também, boas recordações que farão parte do
nosso património sentimental,magoado, forte na intenção mas,sobretudo,
bastante recheado de sentimentos focando-se, sobretudo,com grande
intensidade dramática.
Hélder Gonçalves
Imagem Google stream

No Dia do Teu Aniversário
Para
ti ,este Poema
Hoje,
longe de ti, ergo a minha taça.
Comemoro
à distancia, teu aniversário.
Lassidão
Quando o sentimento faz enchente e transborda,
a fúria das águas leva tudo n'um ballet
que observado sem os olhos do coração:
Facto
ILY
MEU:
Hélder Fernando Do Carmo Gonçalves.
Amo-te na
minha simplicidade,
na minha fragilidade
Na minha fé
Em cada minuto que nos abre:
Dicotomia, Deus e o Universo
"O Homem ,quando pela primeira vez olhou
o céu e contemplou as estrelas,
interrogando-se, inventou Deus"
o céu e contemplou as estrelas,
interrogando-se, inventou Deus"
Apotegma-αποφθεγμα
Para além das plavras
tem-se que ter um olhar
distante da superficialidade da vida
Uma observância:
tem-se que ter um olhar
distante da superficialidade da vida
Uma observância:
Resiliências
Cada arte um coração
Cada coração um sentimento
Cada sentimento uma acção
Cada acção uma mudança
Cada acção a boa diferença
A parte das utopias:
Eis o segredo de mudarmos o mundo
Cada coração um sentimento
Cada sentimento uma acção
Cada acção uma mudança
Cada acção a boa diferença
A parte das utopias:
Eis o segredo de mudarmos o mundo
Dio Come Ti Amo
Entrar no sonho
Longe da realidade
Contigo fugir
Dançar, naquele Bar
No piano
“Dio como ti amo”
Não acordar
Junto do teu rosto
Bem junto ficar
Levitar no sonho
Ai continuar
Sentir teu corpo
Teu cheiro
Teu ondular
Sussurrar no teu ouvido
Dio Como Ti Amo!
Acutilâncias
.
.
.
.
Morrer é tragicamente estúpido
como um secreto alívio de esquecimento
almejado no mistério do desconhecido.
Amofina-me não saber
se finalmente minha alma descansará em paz.
Vencida fico no conformismo
de sentir mais do que saber que
Sou aquilo em que acredito
A fé é o meu destino,seja lá como
e onde for.
Com toda a denuncia e intensidade
de quem de facto ver a vida como é.
Uma complexa oscilação entre o belo e
o terror desse tudo opressor.
Morrer é tragicamente estúpido
como um secreto alívio de esquecimento
almejado no mistério do desconhecido.
Amofina-me não saber
se finalmente minha alma descansará em paz.
Vencida fico no conformismo
de sentir mais do que saber que
Sou aquilo em que acredito
A fé é o meu destino,seja lá como
e onde for.
Com toda a denuncia e intensidade
de quem de facto ver a vida como é.
Uma complexa oscilação entre o belo e
o terror desse tudo opressor.
VELHOS DE TODO O MUNDO UNI-VOS – II
Palavras de
ordem
Contra a indiderença, o esquecimento.
Contra a indiderença, o esquecimento.
Do povo, a cíclica ausência de memória:
da guerra, quando o III Reich, começou,
com seus tanques - dar golpe sangrento,
à invasão, da Polónia, que Hitler ordenou,
a brutal decisão, com seu gosto da vitória,
aquele povo, a sua máquina massacrou
"besta humana", a história o classificou
da guerra, quando o III Reich, começou,
com seus tanques - dar golpe sangrento,
à invasão, da Polónia, que Hitler ordenou,
a brutal decisão, com seu gosto da vitória,
aquele povo, a sua máquina massacrou
"besta humana", a história o classificou
Custos humanos sem limite nesse tempo
Holocausto, destruição,horror sem glória
A História resvala a tal miséria e tormento
indiferentes, alheados vivem sem memória,
não veem que o III Reich, agora, ressuscitou:
na Grécia repete o que na Polónia praticou,
asfixiando de aperto financeiro, sem limite,
por esta via, lidera, se apossa e nos oprime,
seguindo-se Espanha, Itália - tudo se permite,
o povo sereno, assiste impávido a tal crime
Holocausto, destruição,horror sem glória
A História resvala a tal miséria e tormento
indiferentes, alheados vivem sem memória,
não veem que o III Reich, agora, ressuscitou:
na Grécia repete o que na Polónia praticou,
asfixiando de aperto financeiro, sem limite,
por esta via, lidera, se apossa e nos oprime,
seguindo-se Espanha, Itália - tudo se permite,
o povo sereno, assiste impávido a tal crime
No Word
No Word vou escrevendo
Coisas do coração
Para não desaparecer
Nas teclas vou
batendo
Sempre com atenção
Guardando depois de
fazer
O que nele vou
pintando
Coisas do coração
Na resposta a um
poema
Em precaução vou guardando
Não vá mal tocar,noutro botão
Depois ficar ,sem outro dilema
Porque - sentimento deletado
Coisas do coração
Outro igual nunca
mais sentido
Por não bem
guardado
Com cuidado e
atenção
Que devia ser prevenido!
Hélder Gonçalves
20.03.2014
O Coração Dela: A Máquina
...E em pane parou
O ecrã cego as teclas mudas
Digitou no modo automático
Sem recuperação do sistema
O HD morria...
Olhando com os olhos magoados
feridos de lágrimas.
Multifacetadas nas cores da dor.
O silêncio dos chips trajaram-se:
De gritos bordados em lantejoulas.
Irriquietantemente...
O tempo no delete perdeu o prumo e o rumo
Sem saber se Seguia ou retrocedia.
Salvar como?
Modo incompatível
As entranhas revolviam-se no
turbilhão de tormenta dos arquivos
hakeados.
E a maquina manipulada ficou ali.
Assim... Olhando
...
Olhando com os olhos magoados
Feridos de lágrimas.
Onde nas vísceras do mapa:
O chips perderam a memória da cor.
O ecrã cego as teclas mudas
Digitou no modo automático
Sem recuperação do sistema
O HD morria...
Olhando com os olhos magoados
feridos de lágrimas.
Multifacetadas nas cores da dor.
O silêncio dos chips trajaram-se:
De gritos bordados em lantejoulas.
Irriquietantemente...
O tempo no delete perdeu o prumo e o rumo
Sem saber se Seguia ou retrocedia.
Salvar como?
Modo incompatível
As entranhas revolviam-se no
turbilhão de tormenta dos arquivos
hakeados.
E a maquina manipulada ficou ali.
Assim... Olhando
...
Olhando com os olhos magoados
Feridos de lágrimas.
Onde nas vísceras do mapa:
O chips perderam a memória da cor.
Descobriu-se coração...
Ser apenas humana.
Ronilda David/Loubah
Sofia – Alma Feita De Ti
domingo, 16 de março de 2014
Tenho assim,apesar de toda a beleza a volta,
a dor e a solidão que sinto,
suplanta a contemplação que poderia serenar o coração,
Chora por dentro de mim...
Versos sentidos,em cada palavra uma emoção das palavras ditas e aquelas
guardadas em silêncio nas profundezas do meu perdido eu.
O Espelho
Hoje
zanguei-me com o meu espelho!
Estive mesmo prestes a telefonar para os serviços camarários para o virem buscar à minha porta.
Isto, porque decidi ir a uma dessas lojas de fotografias rápidas, tipo passe,por ocasião da renovação de um documento oficial de identificação.
Depois de alguns minutos de espera, foi-me entregue, pela empregada, com um lindo sorriso, um envelope.
Assim que paguei o trabalho, abri-o de imediato.: e, eis que susto – que tremenda desilusão: nem podia crer!
Então não é que estava perante um rosto flácido, mal encarado, enrugado e decadente? Estavam alí os meus anos todos e, ainda, mais alguns.
Senti-me enganado, sobretudo traído pelo meu espelho, - porquê esta traição?
Porquê tanto engano?
Comecei a pensar nisto, enquanto regressava a casa, para dar cumprimento à minha decisão, - descartar-me dele!
Porém, dei comigo, mais uma vez, a ver a imagem que ele me devolvia para conferir com a fotografia, aquela miserável fotografia que tinha ,ali ,na minha mão.
Então um filme começou a passar na minha cabeça – aqueles dias em que estava completamente no charco e, olhando para ele, devolvia-me imagens de um rosto decidido, confiante, fazendo-me apelos à minha auto-estima, à coragem, transmitindo-me a ideia que nem tudo estava perdido – que valia a pena prosseguir com dignidade e boa aparencia, que valia a pena ter amigos e amigas, - fazendo-me sentir que este era o meu caminho certo. Também, quando, em certos momentos, apagava as imagens daqueles momentos menos bons da vida, aquele lado oculto que todos temos e que não gostamos, que nos achamos feios, terrivelmente feios – dando-me a esperança do meu próprio perdão, da minha paz interior. Então, pensei em frente do meu espelho: porque deitá-lo fora se, ele, me devolveu a auto estima e até me fazia sonhar e cantar como o poeta ...
”que o sonho comanda a vida e sempre que o homem sonha, o mundo pula e avança”
Estive mesmo prestes a telefonar para os serviços camarários para o virem buscar à minha porta.
Isto, porque decidi ir a uma dessas lojas de fotografias rápidas, tipo passe,por ocasião da renovação de um documento oficial de identificação.
Depois de alguns minutos de espera, foi-me entregue, pela empregada, com um lindo sorriso, um envelope.
Assim que paguei o trabalho, abri-o de imediato.: e, eis que susto – que tremenda desilusão: nem podia crer!
Então não é que estava perante um rosto flácido, mal encarado, enrugado e decadente? Estavam alí os meus anos todos e, ainda, mais alguns.
Senti-me enganado, sobretudo traído pelo meu espelho, - porquê esta traição?
Porquê tanto engano?
Comecei a pensar nisto, enquanto regressava a casa, para dar cumprimento à minha decisão, - descartar-me dele!
Porém, dei comigo, mais uma vez, a ver a imagem que ele me devolvia para conferir com a fotografia, aquela miserável fotografia que tinha ,ali ,na minha mão.
Então um filme começou a passar na minha cabeça – aqueles dias em que estava completamente no charco e, olhando para ele, devolvia-me imagens de um rosto decidido, confiante, fazendo-me apelos à minha auto-estima, à coragem, transmitindo-me a ideia que nem tudo estava perdido – que valia a pena prosseguir com dignidade e boa aparencia, que valia a pena ter amigos e amigas, - fazendo-me sentir que este era o meu caminho certo. Também, quando, em certos momentos, apagava as imagens daqueles momentos menos bons da vida, aquele lado oculto que todos temos e que não gostamos, que nos achamos feios, terrivelmente feios – dando-me a esperança do meu próprio perdão, da minha paz interior. Então, pensei em frente do meu espelho: porque deitá-lo fora se, ele, me devolveu a auto estima e até me fazia sonhar e cantar como o poeta ...
”que o sonho comanda a vida e sempre que o homem sonha, o mundo pula e avança”
QUE SE LIXE A FOTOGRAFIA !
Setembro 2011
MULHER (dia internacional da Mulher
Para ti mulher- escrevo, hoje, um poema
Com respeito e amor.
Num altar te ponho,
raínha do mundo,
em devoção e fervor.
Em ti os atributos
humanos são o tema,
a chama, a luz e calor:
com que abraças o universo
profundo.
Capacidade e mais valor,
sabedoria de mãe e mulher: é teu dilema.
Madalena, do Jesus Redentor,
cientista,operária, juiza, cartaz de fundo,
venerada com esplendor.
Mãe de Cristo, militar, beleza suprema
Adoça o mundo com AMOR
Coração de Poeta
Coração de poeta, quanto é falso !
Traiçoeiro, por demais
perigoso.
Sem sentido, é cego em
servidão
refém, seguindo passo
a passo
Ilusões, sonhos - quão
doloroso!
Das malsãs tormentas
que ficarão,
após sonhos, da
ilusão em acaso
Coração de poeta,
eterno sofredor.
Da sua loucura ,
segue impreparado,
sempre no logro e da má avaliação,
nunca pensa nem ouve
seja o que for:
Independente, livre,
mesmo magoado-
é ele que pensa, que
dita a condição:
Porque ele é vida, é sonho,
é Amor!
Hélder Gonçalves
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